Dedicado as atividades de Libras dos estudantes de Medicina da UNIT - ALAGOAS. Visando promover uma Medicina inclusiva, para que os futuros médicos venha a se tornar inclusivo para prestar assistência médica de qualidade e atuar na promoção da saúde, na prevenção das doenças, na recuperação e reabilitação dos doentes, às pessoas com surdez, por meio da Libras e o conhecimento da realidade da comunidade surda no nosso estado nos dias atuais. Prof. Ms. Joilsom Saraiva
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Fui escolhida pela medicina e escolhi a medicina humanizada e integradora. Então, ter acesso e iniciar o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais na minha graduação em medicina, tem sido essencial para o meu crescimento pessoal e, principalmente, para a minha formação profissional. Descobri que libras é muito mais que uma língua de sinais, ela proporciona comunicação, integração, felicidade e acima de tudo, ela é uma necessidade. Não é o surdo que precisa se adaptar, na verdade, nós é que precisamos nos adaptar a eles, para que dessa forma possamos oferecer igualdade em tratamento e em direitos. Foi notório através das atividades desenvolvidas o quanto os surdos possuem uma sensibilidade e um cuidado muito grande com os outros seres, sejam esses surdos ou não e o quanto eles ficam felizes ao encontrar alguém que se comunique com eles fazendo o uso da libras. Desse modo, pude compreender que ela é muito mais ampla e inclusiva do que eu imaginava, a exemplo do tadoma, que até então eu desconhecia. Por fim, deixo aqui registrada minha admiração e gratidão em ter tido a oportunidade de conhecer um pouco mais desse universo, que me fez, inclusive, ainda como caloura despertar para a sua importância e junto a algumas amigas desenvolver uma apresentação na Semana de Pesquisa do Centro Universitário Tiradentes, com o tema: “Surdo e saúde: o uso de libras na medicina”. Que bom seria se todos tivessem o acesso que eu tive, pois assim iriam perceber o quanto ela é importante. Se você que chegou na leitura desse depoimento até aqui e ainda não a conhece, deixo meu convite para que busque inteirar-se melhor acerca da Língua Brasileira de Sinais.
ResponderExcluirFui escolhida pela medicina e escolhi a medicina humanizada e integradora. Então, ter acesso e iniciar o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais na minha graduação em medicina, tem sido essencial para o meu crescimento pessoal e, principalmente, para a minha formação profissional. Descobri que libras é muito mais que uma língua de sinais, ela proporciona comunicação, integração, felicidade e acima de tudo, ela é uma necessidade. Não é o surdo que precisa se adaptar, na verdade, nós é que precisamos nos adaptar a eles, para que dessa forma possamos oferecer igualdade em tratamento e em direitos. Foi notório através das atividades desenvolvidas o quanto os surdos possuem uma sensibilidade e um cuidado muito grande com os outros seres, sejam esses surdos ou não e o quanto eles ficam felizes ao encontrar alguém que se comunique com eles fazendo o uso da libras. Desse modo, pude compreender que ela é muito mais ampla e inclusiva do que eu imaginava, a exemplo do tadoma, que até então eu desconhecia. Por fim, deixo aqui registrada minha admiração e gratidão em ter tido a oportunidade de conhecer um pouco mais desse universo, que me fez, inclusive, ainda como caloura despertar para a sua importância e junto a algumas amigas desenvolver uma apresentação na Semana de Pesquisa do Centro Universitário Tiradentes, com o tema: “Surdo e saúde: o uso de libras na medicina”. Que bom seria se todos tivessem o acesso que eu tive, pois assim iriam perceber o quanto ela é importante. Se você que chegou na leitura desse depoimento até aqui e ainda não a conhece, deixo meu convite para que busque inteirar-se melhor acerca da Língua Brasileira de Sinais.
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